Algum
tempo atrás presenciei uma cena que me perturbou. Eu passava apressada por uma
das praças centrais da cidade quando algo se destacou no meio do movimento da
rua. Era uma senhora de uns cinquenta anos talvez, sentada num banco da praça,
fumando e chorando desesperadamente. Ela olhava pro nada e chorava. Chorava de
tremer o corpo. Aquela cena me tocou. Tive vontade de me aproximar e perguntar
se podia ajudar, mas não fiz. Pensei em fazer, mas não fiz pelo tempo que não
tinha para ouvir naquele momento. Isso me doeu.
"Eis o melhor e o pior de mim... O meu termômetro, o meu quilate..."
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15 de mai. de 2012
30 de mar. de 2012
Vivendo e aprendendo com o estilo Denorex
A gente se engana tanto... A
gente acha que é azul e é verde. Acha que serve e descobre que tem que ser um
número maior. Pede o cardápio e a fome passa. Compra o livro e é chato. Escolhe o vinho e dá ressaca. Lê a crítica do filme e é um tédio. Parece gripe, mas é renite. Parece
perfeita e é
1 de mar. de 2012
Quem ama não mata!*
Sabe o que me deixa bastante incomodada?
Que apesar de toda a dita evolução da humanidade, todo o progresso tecnológico,
toda a falada mudança de valores, liberdade e qualquer outra conversa semelhante que
ouvimos por aí, algumas coisas simplesmente não mudam. Em pleno século XXI
ainda nos deparamos com os ditos “casos passionais” estampados em páginas policiais. É
triste. É revoltante. Nem vou entrar no mérito dos motivos. Nada justifica. O
Dia Internacional da Mulher está aí, batendo na porta, e me pergunto até quando
nós vamos sofrer violência?
2 de jan. de 2012
A dor e a delícia
A frase que mais ouço de bocas distintas é: “O que tiver que ser, será”. Eu sei disso, mas mesmo assim desperdiço uma quantidade enorme de energia tentando prever a parte do “será”. Talvez apego, talvez necessidade de controle. Não sei.
20 de nov. de 2011
A quem se sentir citado... Eu agradeço...
Às vezes estamos tão envolvidos na correria do dia-a-dia que não percebemos os presentes de Deus. Por isso, hoje eu quero dedicar essa postagem para agradecer tudo que a espiritualidade tem me proporcionado. Agradeço imensamente todos os dias de sol que vieram me alegrar, fizeram desentocar e observar as flores. Agradeço todos os dias de chuva que me permitiram sentir o cheiro de terra molhada, comer os bolinhos de chuva que a minha “avó de cima” fazia, as brincadeiras na chuva na infância e os banhos de chuva que tomei. Agradeço pela boa saúde que tenho que me permitiu
28 de jun. de 2011
Brincando de fazer arte...
Participei de uma oficina de “Estudos Poiéticos” (ênfase em pintura), ministrada pela professora Sandra Richter, na Unisc. Foram quatro encontros com o tema “árvore”. Momentos em que voltamos à infância, treinamos novas formas de olhar, de ler e criar uma realidade. A pintura como arte lúdica. O pintar só pelo prazer de pintar, e descobrir o traçado, a cor e se descobrir. Brincamos de criar imagens a partir de um borrão de tinta, trabalhar a materialidade e se expor numa folha em branco. Isso causou certo temor de início, mas depois me deixei levar e achei uma delícia trabalhar com os pastéis e com a tinta... Embarcamos
23 de mai. de 2011
MEC, a bola da vez
Criar polêmica está na moda e a “bola da vez” é o MEC. Um tempo atrás, o assunto era os vídeos para a campanha contra a homofobia nas escolas; e agora é um livro didático editado por uma ONG e distribuído às escolas.
7 de mai. de 2011
Viajando e fazendo o que dá na telha
Sabe qual é a melhor coisa da independência? Colocar meia dúzia de trapos numa mochila quando der na telha e pegar a estrada. Livre, leve e solta, sem precisar fazer grandes programações ou consultas. Bom, pelo menos pra mim essa é uma das principais, junto com escutar as músicas que eu gosto, comprar e cozinhar o que gosto e ficar de pijama o dia inteiro se der vontade. Eu poder decidir onde vou, quando e como. é ótimo. O contrário é a maior dificuldade em relacionamentos em geral, pois ter que chegar num acordo com uma segunda parte é complicado, e abrir mão de alguma coisa que se quer depois de ter o foco só na nossa vontade também. Egoismo assumido (hehehe). Democracia não é algo fácil de se fazer =), mas também abrir mão de algo por outra pessoa pode ser bom e um grande aprendizado. Mas enquanto isso não é necessário, vou fazendo a minha vontade, e curtindo esses momentos. E é por isso que dormi num estado e acordei em outro... =) Feliz de quem pode.
8 de mar. de 2011
O topo sim, porque não? Pão, paz e amor...
Dia 8 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Poucos lembram que nessa data uma centena de mulheres morreu num incêndio lutando por melhores condições de trabalho. Pouco lembram que mulheres são todos os dias violentadas moralmente, psicológicamente, sexualmente. Para muitos é apenas mais uma data comercial; e outra parte, ativista ou não, procura exaltar a figura feminina. Enquanto colhia frutas com um amigo no pomar da propriedade da família dele, conversávamos e comentava que havia lembrado de um
31 de dez. de 2010
Adeus 2010!
O fim do ano está aí e é chegada a hora da famosa parada para reflexões... O ano foi puxado, muitas viagens, muitos cursos, muitas provações e algumas vitórias. Iniciei o ano com férias sem saber que depois disso muito trabalho me aguardava. Em março passei por mudanças no trabalho que exigiram mais de mim.
21 de jun. de 2010
A Copa que eu quero
Copa do Mundo nunca me atraiu muito. Difícil ficar indiferente quando o país todo só fala nisso, mas essa em especial estou achando muito sem graça. Não me sinto representada por essa seleção (e acho que nunca me senti por alguma). Sou muito mais Olimpíadas. Diferenças à parte, e antes que alguém me rotule de anti-patriota e me mande catar coquinho, gostaria de entender o que move um país todo parar para assistir um jogo de futebol e em outras situações não demonstram tanto empenho. Gostaria de ver esse empenho todo do povo, da mídia, em prol de coisas que interessam realmente.
12 de jun. de 2010
Livre, leve, solta e apaixonada
Quando se tem um coração romântico demais, se têm cicatrizes demais também. É a lei. Vivemos numa gangorra, oscilando entre fases de mocinha à espera do príncipe e mulher auto-suficiente. Já dizia Che: “hay que endurecerse, pero perder la ternura, jamás”. Por vezes, vestimos a armadura de guerreira para evitar as dores da luta, mas não percamos a esperança. Bom seria que quando ele (o dito cujo que os otimistas dizem que existe para cada um) chegasse, pudéssemos abrir as cortinas do palco do coração como quem diz “veja todos os atos falhos, todas as dores causadas e não as repita, por favor”. Enquanto esse dia não chega,
30 de abr. de 2010
Muito amor, respeito, gentileza e ainda alguma ignorância
Nessa semana que passou, assisti algumas notícias na TV que me surpreenderam positiva e negativamente. A sociedade está tirando a peneira da frente do sol e reconhecendo algumas situações. É o caso das duas sentenças proferidas essa semana em favor de casais homossexuais adotarem crianças (Mato Grosso e Rio Grande do Sul). Há os que se dizem preocupados com a educação, de como tratar essa relação de duas pessoas do mesmo sexo, vivendo juntos e criando uma criança. Mas eu pergunto: será mais simples conviver com a rejeição, a falta de carinho e o abandono? Acho que com amor, carinho e boa vontade tudo se
31 de jan. de 2010
Refletindo 2009
Olá... “Tô de volta”, como diria meu amigo Mano Lima =), depois de toda confusão de final de ano, férias e finalmente livre (em partes) do curso Mídias na Educação. Retorno pra finalmente fazer minha reflexão do ano que findou, como de praxe. Antes tarde do que nunca, né?
No balancete de 2009, saldo equilibrado. Entre perdas, mortos e feridos, me salvei. Vejo assim, porque procuro sempre ser otimista. Procuro, nem sempre consigo.
18 de dez. de 2009
Receituário para as dores do mundo
Hoje me deu uma saudade... Que veio não sei de onde, sem avisar, de uma época doce e de pessoas que já não estão mais nesse mundo, em especial dos meus avós. Talvez a época. Lembrei de um fato da minha infância, que me fez refletir. Saudade de quando era simples curar as dores com um beijinho ou com uma promessa de que “quando casar sara”.
Lembrei de quando cortei meu dedo polegar. Bem na ‘geminha’ do dedo... Lá naquele lugar onde dói
Lembrei de quando cortei meu dedo polegar. Bem na ‘geminha’ do dedo... Lá naquele lugar onde dói
6 de ago. de 2008
Martha Medeiros me conhece como a palma da mão...
PRA QUEM QUER LER UM POUCO:
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