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12 de jun. de 2010

Livre, leve, solta e apaixonada

Quando se tem um coração romântico demais, se têm cicatrizes demais também. É a lei. Vivemos numa gangorra, oscilando entre fases de mocinha à espera do príncipe e mulher auto-suficiente. Já dizia Che: “hay que endurecerse, pero perder la ternura, jamás”. Por vezes, vestimos a armadura de guerreira para evitar as dores da luta, mas não percamos a esperança. Bom seria que quando ele (o dito cujo que os otimistas dizem que existe para cada um) chegasse, pudéssemos abrir as cortinas do palco do coração como quem diz “veja todos os atos falhos, todas as dores causadas e não as repita, por favor”. Enquanto esse dia não chega,

30 de abr. de 2010

Muito amor, respeito, gentileza e ainda alguma ignorância

Nessa semana que passou, assisti algumas notícias na TV que me surpreenderam positiva e negativamente. A sociedade está tirando a peneira da frente do sol e reconhecendo algumas situações. É o caso das duas sentenças proferidas essa semana em favor de casais homossexuais adotarem crianças (Mato Grosso e Rio Grande do Sul). Há os que se dizem preocupados com a educação, de como tratar essa relação de duas pessoas do mesmo sexo, vivendo juntos e criando uma criança. Mas eu pergunto: será mais simples conviver com a rejeição, a falta de carinho e o abandono? Acho que com amor, carinho e boa vontade tudo se