Acabo de assistir "Para Sempre Alice", filme que deu o Oscar de melhor atriz à Julianne Moore. Mais que merecido. Filme tocante sobre Alzheimer. Super indico que assistam, principalmente se conhecem ou têm alguém próximo com esse diagnóstico. Talvez o filme ajude a entender o drama que a pessoa vive e todos à sua volta. Só talvez... É cruel imaginar tudo que faz a gente ser a gente, tudo que temos como referência do que somos, simplesmente sumir. Cada dia uma lembrança. Cada dia uma palavra. Ironia maior ser com uma linguista. De que vale a vida dessa forma? Não sei... O que fica de nós são as lembranças que os outros guardam do que fomos. Talvez a lição seja dos que estão próximos nessa hora. Talvez a do esquecido seja aprender a conviver com a tela branca.
"Eis o melhor e o pior de mim... O meu termômetro, o meu quilate..."
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23 de mar. de 2015
30 de jan. de 2011
Tangos, tragédias e um fora de 1 bilhão de dólares
Assisti ao espetáculo Tangos & Tragédias que apesar de estar há mais de 20 anos em cartaz eu nunca tinha visto. Finalmente conheci o Maestro Plestkaya (Nico Nicolaiewsky) e o violinista Kraunus Sang (Hique Gomez) que nasceram na Sbórnia (Bah!). O espetáculo garante boas risadas e recomendo como medicação contra o estresse. Foi divertido ouvir sucessos do espetáculo como Ana Cristina e conhecer a dança do Copérnico... Não é a toa
11 de abr. de 2010
Feliz desaniversário!
Nesse findi decidi ver o ‘mundo ao avesso’, e cair no buraco junto com Alice. Sim, Alice, aquela do País das Maravilhas, do clássico de Lewis Carol. Assisti a animação produzida pela Walt Disney em 1951 e o filme de 2010 com Jhonny Depp (adoro ele!). Que viagem maravilhosa Alice me proporcionou. Carol teria escrito para crianças? Acho que não... É mais provável que ele tenha pensado em deixar ‘recadinhos’ para algumas crianças grandes...
5 de abr. de 2010
Tem um espírito amigo aqui...
Dia 02 de abril, Chico Xavier completaria 100 anos se ainda estivesse encarnado. Para homenagear essa grande pessoa e espírito iluminado fui assistir ao filme Chico Xavier. Já esperava emoção, pois tudo que vem de Chico é assim. Só a imagem dele me toca. Ele não teve uma vida fácil, e mesmo assim por tudo que se sabe, se lê e se vê sobre essa figura transparece tranqüilidade e paciência. Um ser de uma disciplina que, sinceramente, não sei se um dia alcançarei. O filme mostra Chico um ser humano comum, com um quê especial. Uma pessoa que teve infância difícil, trabalhador, humilde, que teve seus medos, seus momentos de
10 de ago. de 2009
Dois filmes, um link
Dois filmes me fizeram parar pra pensar e fazer uma conexão entre eles. Achei interessante o tema, por que brincaram com algumas vontades nossas. E talvez achem bobagem, mas resolvi compartilhar minhas reflexões. Quantas vezes ouvimos ou mesmo dissemos: - Gostaria de ter a cabeça que tenho hoje, mas com o corpo de 20! ou, - Gostaria de apagar esse acontecimento/pessoa da memória. Pois é, os filmes “O curioso caso de Benjamin Button” e “Brilho eterno de uma memória sem lembranças” mapearam e criaram
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