Sabe o que me deixa bastante incomodada?
Que apesar de toda a dita evolução da humanidade, todo o progresso tecnológico,
toda a falada mudança de valores, liberdade e qualquer outra conversa semelhante que
ouvimos por aí, algumas coisas simplesmente não mudam. Em pleno século XXI
ainda nos deparamos com os ditos “casos passionais” estampados em páginas policiais. É
triste. É revoltante. Nem vou entrar no mérito dos motivos. Nada justifica. O
Dia Internacional da Mulher está aí, batendo na porta, e me pergunto até quando
nós vamos sofrer violência?
"Eis o melhor e o pior de mim... O meu termômetro, o meu quilate..."
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1 de mar. de 2012
6 de mar. de 2011
As férias da tiazinha... =)
Passei minhas férias na terrinha junto da família. Entre filmes, vadiagem, comprinhas, conversas e visitas aos parentes e amigos aguardava o ápice das férias, o nascimento do meu primeiro sobrinho. Já escrevi aqui sobre a alegria de ser dinda (de um Rafael). Agora comecei a viver outro papel, o de tia. A culpa é do meu irmão e da minha cunhada :). O Rafael (sim, mas um Rafael na minha vida) é a coisa mais fofinha... Chegou dia 1º de março, às 11:12 com 49 cm e 2,970kg. Até o momento ele está muito calminho, mas se puxar ao pai logo, logo
8 de ago. de 2010
Pela revitalização da Praça Flores da Cunha e Parque Internacional
Olá, pessoas! Já faz mais de um mês que não dou as caras por aqui... Pois é, uma vergonha. Muito trabalho e alguma falta de inspiração pra escrever. Mas nada melhor pra inspiração surgir, do algo que me indigne. Foi espiando um e-mail de uma grande amiga com um link de um blog que tomei ciência de um movimento e uso esse espaço pra colocar meu desabafo. Nasci, me criei, casei, estudei, descasei em Santana do Livramento. Lá eu tenho família e amigos, toda minha história e lembranças. Mudei de cidade há uns 6 anos,
25 de dez. de 2009
Indignação!
Já faz um tempo que Livramento vem ‘encolhendo’. Já ouvi várias brincadeiras do tipo: ‘o último que sair apague a luz’, ou que a cidade se transformou em uma ‘fornecedora’ para outros municípios e estados. Cada um busca o melhor pra si, uns saem em busca de trabalho, outros de aventura... Enfim, cada um tem seu motivo, mas uma coisa é certa, nenhum santanense esquece suas origens ou o amor por seu ‘torrão querido’.
Já faz 5 anos que deixei a Fronteira da Paz e tomei o rumo de outras bandas, mas continuo retornando à
Já faz 5 anos que deixei a Fronteira da Paz e tomei o rumo de outras bandas, mas continuo retornando à
10 de jul. de 2008
Livramento está encolhendo...
Minha cidade natal foi mencionada no noticiário do estado. É um dos municípios que segundo o IBGE encolheram! Oito por cento de encolhimento. Mas que material é feita essa Livramento, tchê?! Nem tem do que duvidar... Não é novidade nenhuma que tem uma filial de Livramento em Caxias. E isso já faz tempo. Dizem uns até, que certa vez o prefeito chegou a mandar uma correspondência pra Livramento, pedindo que não incentivasse a mudança pra cidade. Eu mesma, uma vez pensei em ir pra lá. Mas filial de Livramento não é só privilégio de Caxias. Tem em Porto Alegre... Já se forma uma em Florianópolis... Até em Santa Cruz já tem um número considerável. Vai acabar se cumprindo as previsões de alguns que dizem que a cidade se transformará numa cidade de aposentados. Os mais jovens que ainda não criaram raízes e têm coragem de se aventurar, cultuam a idéia de ir embora. E sempre tem quem grite: - O último a sair apaga a luz! E o triste é que entra governo, sai governo e a coisa não muda. Aí tem sempre quem lembre de uma tal praga que um tal padre teria jogado sobre a cidade. Quanta história! A minha singela opinião é que a cidade insiste num modelo que já se viu que não dá mais certo por lá. Insistem em reativar os frigoríficos... Ficam em volta dessa idéia como mosca em tampa de xarope. Gastam uma energia tamanha, reabrem e vai a falência de novo. Pelo amor de Deus, alguém pense em outra coisa! A cidade tem duas unidades universitárias (UERGS e Unipampa) e não vejo grande empenho na defesa dessas. Sorte que tem Rivera... Nunca pensei que fosse dizer ou escrever isso um dia (hehehe), mas é verdade. Mais que cidades irmãs... São xifópagas, se uma vai bem leva a outra junto. Por mais que a gente goste e sinta saudade, não há como negar que algo vai muito mal. Não é de hoje. Faz tempo que é a cidade do “Já tinha”. Tinha um cinema... Um não, dois. Tinha um frigorífico. Tinha uma cooperativa. Tinha lojas com tradição. O orgulho da cidade ainda é a água, as vinícolas, a tradição e o estilo fronteiriço que só quem nasceu nesse chão reconhece. Todos que saem da terrinha, notam com certeza que nosso povo é diferente. Isso é bom, cria personalidade. Falamos diferente, comemos diferente, só temos que começar a pensar diferente. Espero que um dia melhore. Que assim seja!
LINK PARA REPORTAGEM DO NOTICIÁRIO
31 de dez. de 2007
Emoção e magia
RRRRespeitável público! Ganhei um lindo presente de uma querida amiga, o ingresso para o show do grupo Tholl. O show é mais que emoção e magia. É a prova de que se pode fazer um lindo espetáculo usando músculos bem treinados, corda, tecido e muita, muita criatividade e competência. É um show de trapézio, equilibrismo, dança e palhaçadas (hehehe). Pular corda é brincadeira de criança? Então vocês precisam ver o que eles fazem enquanto pulam corda... Figurino, maquiagem, interpretação, expressão corporal... Tudo nota 10. Se usasse chapéu, tiraria para esse grupo, pois o espetáculo é a parte nobre do circo, sem precisar fazer uso de animais para demonstrar superioridade. O que pra mim nunca chamou atenção, nem tampouco demonstrou superioridade. Animais em circo só demonstram o maltrato e desrespeito do ser humano por eles. O grupo já foi comparado ao “Cirque de Soleil” e faz parte da nova geração do circo. Nosso “Cirque de Soleil” é gaúcho, surgiu em Pelotas e fechou ano com o show em Sant’Ana do Livramento depois de mais de 200 apresentações. Deixou o público todo de queixo caído... Então: Hoje tem goiabada?...
7 de jun. de 2007
As famosas bolachas da fronteira
Quando cheguei em Santa Cruz do Sul, e comentava que uma das coisas que sentia saudade de Santana do Livramento era um bom café com bolacha, as pessoas faziam uma cara do tipo "não tô entendendo". Queriam logo saber porque eu não corria a padaria mais próxima e matava minha vontade. O que os santa-cruzenses conhecem como bolacha, pros santanenses é apenas bolachinha. Bolachinha pode ser de água e sal, recheada, de leite, etc. Bolacha, bolacha mesmo é outra coisa. Pelo menos pro pessoal da fronteira. É muito comum esse acompanhamento para o café, e padaria que não tem bolacha, não é padaria de confiança. Em Livramento tem até um dito que diz: "Se tu me diz que pão d'água não tem bico, eu te digo bolacha não tem costado" hahaha, que nada mais é do que uma adaptação do "Se tu diz A, eu digo B". Os que não conheciam e provaram, gostaram. E quem é fronteirço, e se foi dos pagos pra outras bandas, com certeza sente falta dessa especiaria da fronteira. Então abaixo, fiz umas fotos das bolachas da fronteira. Ou como dizem os hermanos uruguaios, das galletas. Espero matar a curiosidade, pelo menos visual, de quem nunca na vida viu uma e deixar a dica pra que o dia que tiverem oportunidade experimentem.
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