Finalzinho de outubro estive em Itapema. Praia pequena e relativamente famosa perto de Floripa. Adorei a cidade... É um amor: pequena, aconchegante, dona de uma beleza caracteristicamente típica de cidades de veraneio. Pena que o clima não colaborou novamente. Acho que São Pedro não está muito a meu favor ultimamente... Ou não... Há controvérsias (hehehe). Talvez ele tenha “jogado” mais a meu favor do que eu pense. A gente sempre encontra alternativas pra dias nublados na praia... Foram dias especiais, ouvindo o barulho do mar e Armandinho (já que não pude ir ao show, tive um show particular). É, Itapema tem mais história, mas não vou abrir aqui. Fiquei impressionada com a quantidade de prédios praticamente vazios à espera de comprador ou inquilino. Prédios novinhos... Praticamente fechados... Estive também na vizinha famosa de Itapema, Balneário Camboriú. Mas por estar fora da temporada os passeios ficaram um pouco prejudicados. Por exemplo, não consegui passear no teleférico, nem no navio pirata. A vista dos molhes é linda. E como não resisto a um “homem de lata” tirei uma foto com a estátua do presidente Jango (hehe).
"Eis o melhor e o pior de mim... O meu termômetro, o meu quilate..."
13 de nov. de 2008
Os shows da Oktoberfest
A Oktoberfest trouxe alguns shows legais esse ano. Talvez porque o tema era a dança e a música. Assisti ao show do Tradição, Roupa Nova e Zé Ramalho. Três dos quatro que pretendia. Ficou de fora Armandinho, porque o clima não colaborou. Gostei de todos os shows, mas ver e ouvir Zé Ramalho, mesmo no meio do barro, foi uma experiência única. Nunca vou esquecer quando ele começou a cantar “Batendo na porta do céu” e na hora do refrão quando apontou para o céu e a galera começou a cantar, as nuvens começaram a abrir e o céu começou a estrelar. Uma noite realmente mágica. Ouvi vários comentários sobre o valor do ingresso. Até concordo que R$ 20,00 é um pouco "salgado" pra uma família... Ainda mais quando se sabe que o mesmo show na Oktober de Igrejinha foi visto por R$ 6,00... Coisa pra se pensar.
Ah! Em tempo... Agora sei o sexo do meu afilhado. Ih, já entreguei... Será um menino. Tô bem feliz.
NTE’s reunidos!
Oito e nove de outubro tive minha primeira participação em Seminários dos NTE’s. Foi no Centro Administrativo e foi uma experiência muito legal. Revi colegas de Livramento, conheci outros que só tinha contato pelo telefone, participei de um treinamento de incêndio... hehehe. Os temas do seminário eram: tecnologia, internet, mídas, atividades dos NTE’s, dificuldades, etc. A troca de experiências foi muito produtiva. Voltamos (eu e minha colega) cheias de idéias. Comprovei que tenho que dar jeito nessa minha fobia de falar em público. Urgente! Ah, foi uma honra também ter conhecido a Léia Fagundes, um nome que serve de parâmetro quando o assunto é educação e tecnologia. Essa senhora, doutora em sua área, é muito jovem, ativa e a frente do seu tempo, apesar de seus 80 anos.
Salvador: cidade da alegria!
Em setembro conheci Salvador. Meu dindo fez “60tinha” e quem ganhou o presente fui eu... Foram três dias muito legais. Salvador é muito linda. Adorei a cidade. A Igreja de São Francisco me impressionou bastante. Adorei provar a tapioca e achei o acarajé uma delícia. A festa de aniversário do meu dindo estava muito boa e emocionante, teve de tudo: de risos a choradeira. O povo é muito simpático. Vou lembrar sempre da Lúcia, vendedora ambulante de fitinhas do Senhor do Bonfim, que me disse que filhas de Iansã são apimentadas... hehehe. Do gosto do sorvete de tapioca... hummm... delícia... Ai... outro lugar que preciso voltar!
23 de set. de 2008
Pode crer... Eu tô falando de amizade...
Dizem que um filho é sempre um presente. Eu sou uma primogênita. Padrinho é uma pessoa escolhida pelos pais de uma criança para ser o “pai espiritual” dela. Meu pai tinha um amigo inseparável na juventude. E era tanta amizade que quando nasci, ele me “deu” como afilhada. Eu, a primogênita dele. Nome do amigo? Daniel Catalan. Meu padrinho não esquentou muito o banco em Livramento, logo ele tomou outro rumo. Engenheiro de formação foi trabalhar na Bahia, estado que o apadrinhou também. Durante minha vida foram poucas as vezes que nos encontramos e a distância fez com que a gente não participasse tanto da vida um do outro. Mas a amizade entre meu pai e meu padrinho é tão grande, que a idéia que tenho dessa pessoinha é baseada na “leitura” que meu pai faz dele. Meu pai tem sempre histórias divertidas pra contar e onde sempre fica claro o sentimento maior de amizade que perdura apesar da distância. Como é lindo ver uma amizade sincera. É um presente valioso. Duas histórias surgem na minha lembrança quando penso em meu padrinho. A primeira é sobre a única vez em minha vida que pulei de um trampolim. E quem estava lá? O meu padrinho... Ele, geralmente, ia no verão pra Livramento e nós íamos para a piscina da Santa Rita. Sempre tive um pouco de medo d’água...Mas meu padrinho me convenceu a subir no primeiro trampolim e saltar na piscina que deve ter uns 3m de profundidade. Mesmo com medo fui. Fui porque ele prometeu me segurar lá embaixo. Nunca esqueci aquela sensação... De ir afundando na água com a certeza de que não ia me acontecer nada de ruim. Meu pai sempre dizia que meu “dindo” era um bom nadador. Nunca mais fui ao fundo de uma piscina, nem tampouco saltei de um trampolim. Meu “dindo” não estaria lá embaixo. Sem chance então. A outra história é sobre um encontro que meu pai e meu padrinho e mais um amigo deles marcaram na época da juventude. O ano 2000 sempre foi visto como algo muito longe, um futuro cheio de mitos e quase inalcançável. Pois eles marcaram de se encontrar no dia 7 de Setembro de 2000, no coreto da Praça General Neto, em Santana do Livramento, às 12h. No encontro deveriam levar suas respectivas famílias. Cresci ouvindo meu pai falar do tal encontro. Pedia sempre pra ele contar de novo e dizer o dia. Quando entrou o ano 2000 nossa ansiedade não era pouca (hehehe). E no dia e hora marcados estávamos lá. Meu padrinho veio... "Despencou" da Bahia até Livramento para não dar “bolo”. Palavra é coisa pra poucos. O outro amigo...? Esse deu “bolo” (hehehe). Tudo bem... Almoçamos todos juntos, rimos muito e passamos uma tarde agradável tentando localizar o terceiro integrante da história. E aproveitamos pra marcar mais um encontro... (hehe) Só que agora esqueci a data certa (hehe). Esse mês os amigos se tornaram uns senhores sexagenários, mas isso não mudou em nada o sentimento entre eles. Como diria um cara que andou lá por Brasília, essa amizade já pode ser considerada “imexível”. =) Agora chegou a minha vez de viver o outro lado. Em fevereiro de 2009 nasce o meu(inha) afilhadinho(a). Serei dinda! E de um primogênito também. Estou muito feliz!
11 de set. de 2008
Minhas mais recentes andanças...
Olá, pessoal... É, nem tão recentes. Eu sei, eu sei... Ando sumida, mas vou tentar colocar em dia minhas últimas andanças.
Por força de trabalho andei pelas bandas de Venâncio. Estou praticamente uma venanciense (se é que é esse o nome). Numa dessas idas, pude visitar a Catedral Nossa Senhora da Conceição e tirar algumas fotos que compartilho com vocês. Usei o Picturetrail. Experimentem é bem legal. Parecido com o Slide.
Por força de trabalho andei pelas bandas de Venâncio. Estou praticamente uma venanciense (se é que é esse o nome). Numa dessas idas, pude visitar a Catedral Nossa Senhora da Conceição e tirar algumas fotos que compartilho com vocês. Usei o Picturetrail. Experimentem é bem legal. Parecido com o Slide.
No segundo domingo de cada mês a turma da GFU faz uma visita ao terreno do Asharam. Nesse tempo que freqüento, sempre tem uma coisa ou outra e acabo não indo. Em agosto fui (pela segunda vez). Por ser um domingo especial (Dia dos Pais), o público estava bem reduzido, mas não menos divertido. Finalmente provei o tão falado sorvete da rodoviária de Sinimbu!(hehe) Já estava pensando que era lenda urbana. Também venci um medo, atravessei uma ponte pênsil. Mais fotos...
No final de agosto, foi meu aniversário. De presente, ganhei essa linda flor das minhas colegas... Que veio com uma abelhinha pra lá de faceira... (hehe) De bolsa e tudo! Minhas colegas fizeram altos complôs pra me mandar pra rua pra que pudessem comprar a flor. Eu, com meu jeito “ariano”, dificultei um pouco as coisas e quase atropelei a pobre da florzinha...(hahaha) Da turma da GFU ganhei um moletom branco com o emblema bordado.
Ah, pra quem estava esperando o segundo encontro do Manoca, sinto muito. Não pude ir, os ingressos esgotaram rapidíssimo. Pena, eu queria ver o show de encerramento do César Oliveira & Rogério Melo... =( Mas pra compensar coloco aqui o vídeo com a música que não podia faltar e consegue descrever muito bem o pessoal da fronteira.
No início de setembro aconteceu o encontro presencial do curso Mídias na Educação. Tão no início que posso considerar como mais um presente de aniversário. O encontro foi em Santa Maria. Maiores detalhes e fotos no meu wiki sobre o curso: http://eueasmidias.pbwiki.com/. Ah, aproveitei a oportunidade pra rever meu amigo Mario “Bros” (dos tempos de Uergs)... Não é que o tipo resolveu enveredar pro lado da política. Estava com o carro tapado de adesivo e de barro... Foi um dia muito legal onde revi e fiz amizades. Finalmente conheci algumas colegas e o meu tutor... Estranho a gente trocar mensagem com pessoas que não temos nem noção de como são, né? ;) Acho que decepcionei algumas colegas que esperavam ver uma pessoa maior (hehe), mas tudo bem.
Nesse findi aconteceu mais uma exposição de orquídeas em Santa Cruz. Adoro setembro por isso. Fui ver, é claro! Muita cor e beleza num dia frio. Compartilho as fotos com vocês. Dessa vez estava à procura de formas e cores mais exóticas. Também vi alguns ambientes decorados pra festas. Muuuuito show. Ah, tirei foto com as soberanas da Oktoberfest que estavam por lá promovendo a festa.
Nesse findi aconteceu mais uma exposição de orquídeas em Santa Cruz. Adoro setembro por isso. Fui ver, é claro! Muita cor e beleza num dia frio. Compartilho as fotos com vocês. Dessa vez estava à procura de formas e cores mais exóticas. Também vi alguns ambientes decorados pra festas. Muuuuito show. Ah, tirei foto com as soberanas da Oktoberfest que estavam por lá promovendo a festa.
Bah, ficou uma postagem gigante... =)
6 de ago. de 2008
Martha Medeiros me conhece como a palma da mão...
PRA QUEM QUER LER UM POUCO:
10 de jul. de 2008
Livramento está encolhendo...
Minha cidade natal foi mencionada no noticiário do estado. É um dos municípios que segundo o IBGE encolheram! Oito por cento de encolhimento. Mas que material é feita essa Livramento, tchê?! Nem tem do que duvidar... Não é novidade nenhuma que tem uma filial de Livramento em Caxias. E isso já faz tempo. Dizem uns até, que certa vez o prefeito chegou a mandar uma correspondência pra Livramento, pedindo que não incentivasse a mudança pra cidade. Eu mesma, uma vez pensei em ir pra lá. Mas filial de Livramento não é só privilégio de Caxias. Tem em Porto Alegre... Já se forma uma em Florianópolis... Até em Santa Cruz já tem um número considerável. Vai acabar se cumprindo as previsões de alguns que dizem que a cidade se transformará numa cidade de aposentados. Os mais jovens que ainda não criaram raízes e têm coragem de se aventurar, cultuam a idéia de ir embora. E sempre tem quem grite: - O último a sair apaga a luz! E o triste é que entra governo, sai governo e a coisa não muda. Aí tem sempre quem lembre de uma tal praga que um tal padre teria jogado sobre a cidade. Quanta história! A minha singela opinião é que a cidade insiste num modelo que já se viu que não dá mais certo por lá. Insistem em reativar os frigoríficos... Ficam em volta dessa idéia como mosca em tampa de xarope. Gastam uma energia tamanha, reabrem e vai a falência de novo. Pelo amor de Deus, alguém pense em outra coisa! A cidade tem duas unidades universitárias (UERGS e Unipampa) e não vejo grande empenho na defesa dessas. Sorte que tem Rivera... Nunca pensei que fosse dizer ou escrever isso um dia (hehehe), mas é verdade. Mais que cidades irmãs... São xifópagas, se uma vai bem leva a outra junto. Por mais que a gente goste e sinta saudade, não há como negar que algo vai muito mal. Não é de hoje. Faz tempo que é a cidade do “Já tinha”. Tinha um cinema... Um não, dois. Tinha um frigorífico. Tinha uma cooperativa. Tinha lojas com tradição. O orgulho da cidade ainda é a água, as vinícolas, a tradição e o estilo fronteiriço que só quem nasceu nesse chão reconhece. Todos que saem da terrinha, notam com certeza que nosso povo é diferente. Isso é bom, cria personalidade. Falamos diferente, comemos diferente, só temos que começar a pensar diferente. Espero que um dia melhore. Que assim seja!
LINK PARA REPORTAGEM DO NOTICIÁRIO
30 de jun. de 2008
Música gaúcha em terra de alemão
Fui assistir a etapa local do 3º Manoca da Canção Gaúcha, festival nativista de Santa Cruz do Sul. Para quem não sabe o que é Manoca, aí vai: “conjunto de 20 a 25 folhas de tabaco reunidas para secagem e cura, atadas por outra folha enrolada, uma das mais usuais maneiras artesanais de classificar o fumo”. É... Essa é Santa Cruz, terra do fumo (só pra lembrar =)). Foram apresentadas 10 canções, de onde duas saíram premiadas e classificadas para a próxima etapa que é a nacional. Dentre os jurados, estava o conterrâneo Mateus Lampert. A campeã da noite foi “As luzes da tapera” uma chamarrita de autoria de Glauco Lemos e Daniel Petry, representando Santa Cruz do Sul e São Gabriel. A segunda colocada foi "Da Alma, um canto pra os meus", uma milonga de autoria de Tiago Oliveira, representando Santa Cruz do Sul e Vera Cruz. Houve premiação para o melhor intérprete, melhor instrumentista e instrumentista revelação.
O show de encerramento foi com Luiz Marenco. E nessa hora confesso, acho que abriram as porteiras pros “pêlo duro”, pois a gritaria e a animação tomaram conta do local (hehehe) que até então permanecia contido, bem ao estilo alemão. Apesar do festival ser em Santa Cruz, é claro que onde o assunto é tradição, tem mais que o dedo do pessoal de Rio Pardo, São Gabriel, Encruzilhada do Sul, Pelotas, Cachoeira do Sul, e não podia faltar, da minha terra Santana do Livramento... E isso ficou evidente durante o festival, todas as classificadas tinham parceria com uma dessas cidades. Só para constar, na etapa local era exigência um integrante do grupo ser natural de Santa Cruz. O auditório da Faculdade Dom Alberto quase veio abaixo quando Marenco cantou “Batendo água” e “Cantor de Campanha”. Mas a letra de Destinos, parceria de Marenco com Jayme Caetano Braun diz tudo: a querência eu levo dentro e o resto eu toco por diante... Cada um no seu estilo, cultuando a tradição. Gracejos à parte, a querência é uma só (Rio Grande do Sul) gaúchos e gauchas de todas as querências! Fico no aguardo da segunda etapa, a nacional, que será no dia 30 de agosto e terá show com César Oliveira e Rogério Melo. Espero que cantem “Os ‘loco’ lá da fronteira” (hehehe). Ah, em tempo: Luiz Marenco é uma simpatia.
O show de encerramento foi com Luiz Marenco. E nessa hora confesso, acho que abriram as porteiras pros “pêlo duro”, pois a gritaria e a animação tomaram conta do local (hehehe) que até então permanecia contido, bem ao estilo alemão. Apesar do festival ser em Santa Cruz, é claro que onde o assunto é tradição, tem mais que o dedo do pessoal de Rio Pardo, São Gabriel, Encruzilhada do Sul, Pelotas, Cachoeira do Sul, e não podia faltar, da minha terra Santana do Livramento... E isso ficou evidente durante o festival, todas as classificadas tinham parceria com uma dessas cidades. Só para constar, na etapa local era exigência um integrante do grupo ser natural de Santa Cruz. O auditório da Faculdade Dom Alberto quase veio abaixo quando Marenco cantou “Batendo água” e “Cantor de Campanha”. Mas a letra de Destinos, parceria de Marenco com Jayme Caetano Braun diz tudo: a querência eu levo dentro e o resto eu toco por diante... Cada um no seu estilo, cultuando a tradição. Gracejos à parte, a querência é uma só (Rio Grande do Sul) gaúchos e gauchas de todas as querências! Fico no aguardo da segunda etapa, a nacional, que será no dia 30 de agosto e terá show com César Oliveira e Rogério Melo. Espero que cantem “Os ‘loco’ lá da fronteira” (hehehe). Ah, em tempo: Luiz Marenco é uma simpatia.
23 de jun. de 2008
Um show de patinação
Fui ao meu primeiro show de patinação! E foi meio que no improviso. Sabia que ia ter, mas nem cogitei ir. Não me perguntem porquê. Mas acontece que uma amiga me deu carona, ela tinha ingressos e acabou por me convidar e eu aceitei. Ainda bem... Sempre me encantou, mas nunca tinha visto um ao vivo. Foi lindo demais. E vi logo ninguém menos do que o bi-campeão Marcel Stürmer fazendo suas piruetas no ginásio Poliesportivo de Santa Cruz, carinhosamente chamado de Poli pelo pessoal daqui. Foram vários ritmos: um "pot-pourri" com músicas do Michael Jackson, hip hop, dance, tango, rock, romântica, samba... Pra quem está achando os ritmos difíceis, imagine em cima de 8 rodinhas... =) É de cair o queixo. Marcel apresentou a coreografia do samba que lhe deu o bi-campeonato no Pan. Foi o auge da noite, e a galera foi ao delírio.
Como não levei minha máquina, não deu pra documentar o momento. Uma lástima, como diria minha amiga Talita. Procurei um vídeo pra complementar, muitos tinham a dita coreografia, mas o som e a imagem estavam prejudicados, então optei por um de qualidade melhor apesar de mais antigo. Mas dá pra ver alguns passos executados nessa noite também.
PS: Bah... Por isso que cada dia que passa gosto mais dessa tal de internet... Pros "boca aberta" da vida como eu que não andam com sua máquina em punho, sempre tem os amigos do orkut que colocam as fotos no albúm (hehehe). E eu que não sou boba nem nada, peguei algumas "emprestadas" pra compartilhar com vocês. Fotos "cedidas" pela Prof. Larissa... =) Valeu!
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