23 de jun. de 2008

Um show de patinação

Fui ao meu primeiro show de patinação! E foi meio que no improviso. Sabia que ia ter, mas nem cogitei ir. Não me perguntem porquê. Mas acontece que uma amiga me deu carona, ela tinha ingressos e acabou por me convidar e eu aceitei. Ainda bem... Sempre me encantou, mas nunca tinha visto um ao vivo. Foi lindo demais. E vi logo ninguém menos do que o bi-campeão Marcel Stürmer fazendo suas piruetas no ginásio Poliesportivo de Santa Cruz, carinhosamente chamado de Poli pelo pessoal daqui. Foram vários ritmos: um "pot-pourri" com músicas do Michael Jackson, hip hop, dance, tango, rock, romântica, samba... Pra quem está achando os ritmos difíceis, imagine em cima de 8 rodinhas... =) É de cair o queixo. Marcel apresentou a coreografia do samba que lhe deu o bi-campeonato no Pan. Foi o auge da noite, e a galera foi ao delírio.
Como não levei minha máquina, não deu pra documentar o momento. Uma lástima, como diria minha amiga Talita. Procurei um vídeo pra complementar, muitos tinham a dita coreografia, mas o som e a imagem estavam prejudicados, então optei por um de qualidade melhor apesar de mais antigo. Mas dá pra ver alguns passos executados nessa noite também.



PS: Bah... Por isso que cada dia que passa gosto mais dessa tal de internet... Pros "boca aberta" da vida como eu que não andam com sua máquina em punho, sempre tem os amigos do orkut que colocam as fotos no albúm (hehehe). E eu que não sou boba nem nada, peguei algumas "emprestadas" pra compartilhar com vocês. Fotos "cedidas" pela Prof. Larissa... =) Valeu!



20 de jun. de 2008

Solstício de Inverno - Festa Junina da GFU


Aconteceu a esperada Festa Junina da GFU! Muita guloseima, quentão sem vinho.... (hehe), brincadeiras e diversão. Teve "Colocar o rabo no burro", "Pescaria", "Tudo premiado" e sorteio da torta recheada. A GFU costuma comemorar tanto os solstícios quanto os equinócios. Reunem-se em cada entrada de estação, mas só duas são abertas aos familiares, iniciantes, etc.: o solstício de inverno e o de verão. Tradicionalmente é realizada na sede da Pionner em comemoração ao solstício de inverno, noite mais longa do ano. É claro que também é um momento para lembrar o nascimento de São João Batista. São João... São João... Acende a fogueira do meu coração...

17 de jun. de 2008

Mercedes Sosa na XIX Vigília do Canto Gaúcho




No dias 13 e 14 de junho, aconteceu em Cachoeira do Sul a XIX Vigília do Canto Gaúcho. Dentre as concorrentes sagrou-se campeã a música "Madalena flor do campo", um rasguido doble com letra de João Rafael Teixeira Chiappetta, de Cachoeira do Sul, e música de Carlos Madruga, de Porto Alegre. Defendida em palco pelo jovem intérprete Matheus Leal, a música conquistou os jurados, conquistando também o a premiação de melhor melodia. O segundo lugar ficou com a chimarrita "Romance fronteiro", de Gujo Texeira e Juliano Gomes, interpretada por Marcelo Oliveira. A chamarra "A estrela torta da espora", também de Gujo em parceria com Everson Maré, ficou em terceiro lugar no festival. O prêmio de Música mais popular ficou com o chamamé "Romance a um par de rédeas", letra de autoria de Mateus Neves da Fontoura e música do conterrâneo Juliano Moreno.
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ESCUTE A MÚSICA CAMPEÃ CLICANDO ABAIXO:

Madalena flor do c...
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Mas o momento mais especial da noite, foi sem dúvida nenhuma o show de encerramento com a Mercedes Sosa. Movi mundos e fundos para estar lá e consegui. Peguei uma gripe medonha, mas valeu a pena. Ver e ouvir Mercedes cantar foi um presente. Pessoal, a mulher canta como se estivesse conversando... Não faz esforço nenhum. E que voz! La negra... Essa senhora que beira os 73 anos, é sem dúvida uma das vozes que representa a América Latina. Com seu timbre contralto, canta e encanta tanto o público de um ginásio lotado uma cidade do interior do RS, quanto os teatros da vida.
O vídeo abaixo é da música Duerme Negrito. Ela não cantou essa música em Cachoeira... Uma pena. Eu adoro. Esse vídeo é de um acústico que ela gravou na Suíça na década de 80. É uma música do folclore argentino e já é considerada de domínio público. Espero que gostem. Entonces... ¡Canta conmigo, canta... Hermano americano... Libera tu esperanza... Con un grito en la voz! =)

Homens de Perto


Esse foi meu programa dia 10 de junho: dar muitas e muitas risadas! E eu que nem gosto... A peça cumpre o que promete: fazer o público rolar de rir. Um programa bem divertido. Quem espera algum enredo, reflexão, lógica, vai perder tempo. É um momento pra descontrair e rir. Uma hora e meia de diversão e nada mais. Nada mais? E tem coisa melhor? Já está de bom tamanho, né? Quem tiver a oportunidade, veja. Podem espiar o site: http://www.homensdeperto.com.br/ e decidam. Recado dado.

21ª Feira do Livro

Aconteceu em Santa Cruz do Sul, de 31 de maio a 8 de junho a 21ª Feira do Livro. O tema desse ano foi "100 anos sem Machado de Assis". Dentre as atividades da programação, a que escolhi para registrar acima foi o "2º Encontro sobre livros, leituras e pessoas com deficiência". O evento foi organizado pelo Grupo Encontros sobre livros e leituras, ASDV, Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Assessoria de Relações Comunitária - Proext/Unisc e Núcleo de Apoio Acadêmico da Unisc. Fiquei feliz em ver que haviam várias pessoas atentas à questão. Quem teve a oportunidade de participar, com certeza gostou. Quem não teve... Lamento, mas terá que esperar pelo 3º Encontro.

23 de mai. de 2008

Os óculos mais caros...

A estátua do meu amigo Drummond foi mais uma vez vítima de vandalismo. Essa é a terceira! A cada óculos que levam, são três mil reais para repor. A solução encontrada pela prefeitura será colocar uma câmara de vigilância pra ver se inibe esse tipo de ação. Drummond terá seu dia vigiado 24h... Esse dinheiro poderia ter outro destino se as pessoas tivessem consciência. Quando estive no RJ, fui uma das centenas de turistas que registraram o momento do “tête-à-tête” com o poeta. E para provar que não tenho nada a ver com isso, coloco a foto aqui, pra que vocês vejam que ele estava com os óculos e enxergando muito bem quando nos encontramos! =) Tem gente que não tem o que fazer mesmo... Lamentável. Mas já dizia o atacado: “Meia saúde e meia doença, eis o estado normal da vida."

25 de abr. de 2008

1 ano de bloqueira

Olá, amigos e visitantes desse singelo cantinho! Amanhã completo um ano nessa vida de blogueira... Eu que achava tudo isso uma bobagem, me rendi aos encantos de ter um blog. Comecei publicando letras de músicas, poemas e escrevendo muito pouco de mim. Não demorou muito e as coisas se inverteram. Agora estou quase que toda exposta aqui nessa tela de computador, através dessas poucas palavras que escrevo. O que tenho a dizer é que estou adorando a experiência, espero que estejam gostando também e adoraria que deixassem um recadinho com sugestões, toques ou apenas um "Oi". Este blog além de "informar" amigos, parentes e conhecidos sobre minha caminhada de vida, é onde publico meus gostos, interesses... Enfim é bem como a música que escolhi para dar nome a ele (Infinito Particular). Onde coloco o melhor e o pior de mim. Ele anda meio paradinho..., mas assim que der volto com carga total. Aguardem! Obrigada pelas visitas, apoio e recados. Voltem sempre. Bjs

8 de abr. de 2008

Uso responsável da Internet

O filminho abaixo foi retirado do site http://www.gvt.com.br/portal/educandogvt/. Muito interessante dar uma espiadinha ;). Apoie você também essa campanha.

25 de fev. de 2008

Só as mães são felizes!

Terminei de ler o livro “Cazuza – Só as mães são felizes”, de Lucinha Araújo. Poderia ocupar esse espaço pra falar de Cazuza, essa personalidade única de quem eu admiro o trabalho e a coragem. Mas decidi escrever sobre a pessoa que foi tão importante na vida dele e que depois de ler seu depoimento me pergunto de onde essa mulher tirou tanta coragem. Coragem pra enfrentar os pais, em pleno anos 50, pra casar com um cara que a família achava vagabundo. Coragem pra segurar a barra no início do casamento costurando pra fora. O sonho de ter uma família grande e barulhenta se resumiu a um só filho. Depois de Cazuza, o médico disse que ela não poderia ter outros. Então todo o amor se concentrou em um só. O próprio Cazuza diz que se houve erro foi por excesso de amor, mas que ele preferia os excessos que a falta. Cometeu alguns exageros na infância de Cazuza, e talvez em muitos ocasiões tenha enfiado os pés pelas mãos de acordo com sua auto-crítica. Mas qual é a mãe (principalmente a de primeira viagem), que não erra? Ela mesma diz que filho não vem com manual de instrução. O resultado dessa educação, foi um ser extremamente sensível, um artista. Deus sabe o que faz. Ele sabia que esse filho ia dar bastante trabalho. A família barulhenta ela teve de uma vez só... Cazuza fez muito barulho, desde a adolescência até a sua morte, como bom exagerado que era e quem estava por perto vivia as emoções no seu limite. Mas era uma pessoa cativante e carinhosa de acordo com vários depoimentos de familiares e amigos. Lucinha não chorou na frente do filho nenhuma vez desde que soube do diagnóstico de HIV positivo. Não saiu de perto do filho, durante todos os 3 anos em que ele sofreu com a doença. E depois de todo esse calvário ainda teve ânimo para ajudar crianças que sofrem com a mesma doença que levou seu filho. O que, talvez, a maioria quisesse era se distanciar de situações familiares pra poder esquecer. Lucinha não. Três meses depois da morte de Cazuza estava dentro de um hospital ajudando as crianças com HIV. E confessa ter essa coragem toda graças a seu filho, pois não quer decepcioná-lo. A convivência com Cazuza foi um longo e doloroso aprendizado e ela redescobre o filho a cada dia em seus versos, nas crianças que ajuda, nas pessoas que relembram suas músicas e sua história todo momento. O poeta continua vivo! Só quem é mãe pode entender que força é essa que transforma a dor em coragem pra lutar. Só as mães são felizes? Nem todas... Mas essa é a vida.

O Rio de Janeiro continua lindo...

Minhas férias esse ano foi multi-roteiro. Passei as festas e o início de janeiro em Livramento com a família. Dias pra derreter de tanto calor. Revi amigos e curti a Sarandi. Zarpei rumo à Floripa conhecer a mais nova integrante da família, Ludmila (minha prima). Peguei um dia de praia bom e dois com vento, os outros com chuva. Mas o que quero contar aqui é a realização de um sonho antigo, conhecer o Rio de Janeiro. Fiquei hospedada na casa de um amigo na Tijuca. Apesar de também não ter dado muita sorte com clima no Rio, adorei tudo. Já no primeiro dia fomos assistir à peça da Louise Cardoso, Mãe Coragem. Após o teatro nos aventuramos na quadra da Mangueira. Muito legal! Apesar do cansaço deu pra sambar um pouquinho. Adorei aquilo lá, apesar de ser Beija-flor. O pessoal vai pra dançar mesmo. Não vi ninguém de “pegação” pelos cantos. Tudo muito organizado... Pra entrar na quadra desembolsamos 20 pila cada um. Se quiséssemos ocupar uma mesa era 30. Mas o pessoal não parecia estar preocupado, lotou. O samba rolando todo tempo. Dei sorte com os táxis por lá. Segundo dizem, eles gostam de cravar a faca nos turistas, uma tal negociação do preço da corrida de acordo com o lugar de destino. Mas eu peguei só os do bem (hehe), todos botavam o taxímetro pra funcionar. Conheci a Biblioteca Nacional, o Centro de Cultura do Banco do Brasil, o Centro de Cultura da Justiça, o Jardim Botânico, o Palácio da República, Copacabana, Ipanema, a praia da Barra, o Aterro do Flamengo e andei na roda gigante da Skol. Todos os passeios foram legais, mas emoção maior foi andar em Copacabana e Ipanema. E ver um exemplar da flor de lótus no Jardim Botânico. Ah, fizemos um lanche na famosa Confeitaria Colombo e conheci pessoalmente a Melgama, do site Melgama que há muito tempo dou umas espiadas. Lamento não ter visto o Cristo Redentor... Os dias estavam nublados e o preço pra subir era em torno de 45 pila. Entendi porque muitos cariocas não conhecem o ponto mais famoso da cidade e agora uma das 7 maravilhas do mundo. Também vi o famoso pijama do Getúlio Vargas, com buraco do tiro e tudo e a arma que ele usou (isso foi só um comentário). Fui no Fórum Social Mundial, que lá no Rio levou o nome de “Rio com Vida”. Quando andei pelo calçadão de Ipanema me senti a própria garota (hihihi, brincadeirinha...), desde que de boca fechada, pois se abrisse a boca pra dar um oi ou perguntar algo, logo era desmascarada (hehehe). Logo perguntavam: é gaúcha? - Pronto, meu disfarce ia por água a baixo (hahaha). Mas tenho que concordar com o Gil, o Rio de Janeiro continua lindo... O Rio de Janeiro continua sendo... Mesmo com dias nublados. Essa curta temporada no Rio me deixou com gostinho de quero mais... Espero voltar um dia.