11 de jul de 2007

Yes nós temos bananas... e umas das sete maravilhas do mundo moderno

Rodeado de misticismo na escolha do dia para o anúncio oficial do concurso que elegeu as sete maravilhas do mundo moderno, o mundo ficou sabendo que o Brasil, além de samba, carnaval, mulher bonita e um povo sem igual, tem também o Cristo Redentor. Como brasileira não dá pra não ficar feliz. Diante de tantas candidaturas, nosso Cristo não fez feio. Também, não é pra menos. Enquanto umas são armações de ferro puro, bruto, outras ficam fazendo pose com tocha na mão, o nosso Cristo está de braços abertos, recebendo todos que chegam à Cidade Maravilhosa. Falando sério, não tem coisa mais simpática e acolhedora do que “aquele abraço”. É uma coisa que gostaria muito de ver pessoalmente e um dia realizarei esse sonho.
Segundo o Gênesis, o mundo foi criado em sete dias, aliás, em seis, pois o sétimo Deus teria usado para descansar. Ninguém é de ferro, né? A semana tem sete dias. São sete as ciências naturais. São sete as virtudes e, os pecados capitais... São sete as notas musicais. São sete as cores do arco-íris. Sete foram as pragas com que Moisés castigou o povo do Egito. Alguns acreditam que serão sete também as pragas finais do apocalipse. Sete são os arcanjos. Foram sete as maravilhas do mundo antigo. Dessas sete, só uma ainda existe, as Pirâmides de Gizé no Egito. E agora são sete as maravilhas do mundo moderno, eleitas através de voto popular: Muralha da China, Petra, Cristo Redentor, Machu Picchu, Taj Mahal, Chichén Itzá e o Coliseu.

Abaixo um resuminho do texto encontrado na Wikipédia sobre o Cristo Redentor:
O Cristo Redentor é uma estátua localizada na cidade do Rio de Janeiro, a 709 metros acima do nível do mar, no morro do Corcovado. De seus 38 metros, oito estão no pedestal. Foi inaugurado no dia 12 de outubro de 1931, depois de cerca de cinco anos de obras.
A construção do Cristo Redentor ainda é considerada uma dos grandes capítulos da engenharia civil brasileira. O dono do projeto levou sua vida inteira construindo a estátua, que foi construída em pedra-sabão, originária do próprio pico do Corcovado. Dentre outras pessoas que colaboraram para a sua realização, podem ser citados o engenheiro Heitor da Silva Costa (autor do projeto escolhido em 1923), o artista plástico Carlos Oswald (autor do desenho final do monumento) e o escultor francês de origem polonesa Paul Landowski (executor da escultura).
Alguns historiadores especulam que o monumento seria um presente da França para o Brasil em resposta a alguma tentativas de invasão.

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